Cases de sucesso

Resultados reais no mercado financeiro

Projetos de gestão de riscos, capital e conformidade regulatória conduzidos em cooperativas, instituições e conglomerados financeiros. Uma amostra do impacto que geramos.

Case 01

Migração para o modelo completo da Resolução 4.966

Governança, conformidade e transformação operacional em cooperativa de crédito

Cooperativa de créditoRegulação financeiraConsultoria externaMenos de 6 meses

A cooperativa operava sob o modelo simplificado da Resolução CMN 4.966 e, por decisão estratégica de fortalecimento institucional — e não por imposição regulatória — optou por migrar para o modelo completo, que exige metodologias mais sofisticadas de risco de crédito, maior granularidade nas provisões e controles mais robustos.

Como consultor externo, conduzi o diagnóstico das lacunas entre o modelo adotado e as exigências do modelo completo, estruturando as entregas em três eixos: diagnóstico e gap analysis, plano de migração por área e coordenação e conformidade — com visão sistêmica sobre seis frentes interdependentes (contabilidade, jurídico/compliance, operações, TI, governança e risco de crédito).

Resultados

  • Redução significativa no saldo de PDD, com o reconhecimento formal de garantias reais na perda esperada (ECL) e liberação de capital para novas operações.
  • Demonstrativos financeiros mais aderentes à real qualidade da carteira, fortalecendo a credibilidade junto a auditores e reguladores.
  • Estrutura de gestão de risco de crédito mais robusta e auditável, com metodologia documentada e processos padronizados.
  • Migração concluída dentro do prazo, com todas as áreas alinhadas e posicionamento sólido para os próximos ciclos de crescimento.
Case 02

Migração de Segmentação Prudencial: de S5 para S4

Fortalecimento da gestão de riscos financeiros em instituição financeira

Instituição financeiraCapital regulatórioEquipe interna6 a 12 meses

Enquadrada no Segmento 5 (S5), a instituição cresceu em ativos e maturidade de governança e passou a se preparar estrategicamente para o Segmento 4 (S4) — um salto relevante de exigência regulatória em gestão integrada de riscos, capital e processos de avaliação interna.

Como integrante da equipe interna de gestão de riscos, atuei no mapeamento regulatório das exigências do S4, na construção de políticas, indicadores e modelos praticamente do zero, e na articulação entre risco, controladoria e negócios — garantindo aderência à realidade operacional, e não apenas à letra da norma.

Principais entregas

  • Indicadores de risco de liquidez: caixa mínimo regulatório e LCR simplificado, com rotina de apuração e acompanhamento.
  • Teste de sensibilidade de risco de mercado, medindo o impacto de variações sobre carteira e capital.
  • Gestão de capital e Basileia: revisão completa do cálculo de capital regulatório (RWA) adequado ao S4.
  • Modelo de perda esperada simplificado para risco de crédito e projeções de três anos para as principais frentes de risco.
Case 03

Implantação da Resolução 4.966 na virada regulatória

Cooperativa de crédito agrícola S3 — modelo completo, em riscos e definição de ativos

Cooperativa agrícolaSegmento S3Modelo completoRiscos & Ativos

Projeto completo de implantação da Resolução 4.966 na virada regulatória, cobrindo tanto a frente de riscos quanto a de definição de ativos, com um cronograma estruturado de ponta a ponta. Entregamos aderência regulatória e mensuração dos impactos de forma preditiva.

Cronograma do projeto

Kickoff do projetoMaterial do workshopWorkshop de aculturamentoGap analysisAvaliação do modelo de negócioTeste SPPJ / ratificaçãoTaxa de juros efetivaModelagem dos parâmetrosAvaliação da perda esperadaPolíticas e manual técnico
Case 04

Revisão da RAS de conglomerado financeiro

Da subjetividade a uma Declaração de Apetite a Riscos baseada em dados

Conglomerado financeiroRASIndicadores

Revisão da Declaração de Apetite a Riscos (RAS) de uma instituição financeira controlada, transformando indicadores com limites subjetivos e não fundamentados em indicadores baseados em resultado e dados históricos.

Foram incluídos indicadores de negócio essenciais para uma RAS de uma IF controlada — como limites de qualidade de crédito de curto prazo, retorno sobre o capital e ativos problemáticos, entre outros —, dando à instituição uma base objetiva para a tomada de decisão e o monitoramento do apetite a risco.

Case 05

Implantação do modelo de IRRBB

Risco de taxa de juros da carteira bancária em conglomerado financeiro S4

Conglomerado financeiroSegmento S4Risco de mercadoCarteira banking

Implantação do modelo de IRRBB (Interest Rate Risk in the Banking Book), referente ao risco de variação nas taxas de juros que impacta os instrumentos financeiros da carteira bancária, afetando o valor econômico e a receita financeira da instituição.

Ações essenciais estruturadas

  • Acompanhamento e controle das exposições às taxas de juros, monitorando metas de receita, volumes de transações e limites de exposição.
  • Análise da necessidade futura de recursos para operações, considerando como as variações de juros impactam a captação e seus custos.
Case 06

Revisão do indicador de perdas operacionais para a RAS

Perdas operacionais conectadas a processos e rentabilidade em IF S4

Instituição financeiraSegmento S4Risco operacionalRAS

Revisão do indicador de perdas operacionais para composição da RAS de uma instituição financeira, substituindo uma métrica isolada por indicadores correlacionados a processos e à rentabilidade.

Com isso, a instituição passou a acompanhar as perdas operacionais de forma conectada ao seu desempenho e ao apetite a risco definido — permitindo leituras mais úteis para a gestão e priorização de melhorias nos processos mais críticos.

Quer um resultado como esses na sua instituição?

Converse com a Divisio sobre o seu desafio regulatório ou de gestão de riscos. Desenhamos a abordagem sob medida.